Essa espécie é típica do cerrado. Estudo desenvolvido pela Embrapa, Universidade de Fortaleza (Unifor) e Universidade Federal do Ceará (UFC) comprovou efeitos do maracujá-alho (Passiflora tenuifila Kilip) para reduzir tremores similares aos do mal de Parkinson e de outros distúrbios relacionados à coordenação motora e ao sistema nervoso central. O maracujá-alho possui efeito ansiolítico, sedativo, anticonvulsivante e neuroprotetor, tornando-o uma fonte promissora de compostos funcionais com efeitos no sistema nervoso central. Os estudos científicos foram motivados por conhecimentos oriundos do uso popular, no qual o chá da fruta seca é usado para aliviar tremores. O nome “maracujá-alho” nasceu da proximidade de aroma com o bulbo. Já o chá das folhas de maracujá é uma boa forma de acalmar e relaxar a pessoa com Parkinson, nos momentos de ansiedade e agitação. Melhora do colesterol e da taxa de glicose pois tem muitas substâncias presentes nos frutos do maracujá, principalmente na polpa e na casca (rica em pectina), que atuam na melhora desses problemas. Nada como um chá quentinho para relaxar depois de um longo dia e se preparar para dormir. Além de acalmar, o chá de maracujá com camomila promove um detox no organismo e ainda pode ajudar a aliviar cólicas menstruais.
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